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Mostrando postagens com o rótulo Divagação

Falta tanta coisa, que....

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                São tantas faltas, que ausência passa ser normal, tal qual, o fato de não ter e não praticar cidadania, de viver como se em guerra estivesse, pensando apenas no próprio umbigo, perdendo completamente a noção de coletivo, de bem comum. Honestidade passa a ser algo para se ressaltar, quando deveria ser natural, comum, parte de tudo, somos roubados e reelegemos quem nos rouba, reclamamos de tudo, mas me questiono: Fazemos a nossa parte?                 Educação, não apenas soletrar e juntar letras formando palavras, nem decorar a tabuada, mas sim, aprender a pensar, a questionar, a perceber que existem ângulos diferentes para olhar tudo. Temo dizer, mas: tudo está errado!                 Saídas diversas, mas para todas educação, para pensar ...

"Atenção"

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                Percebo que meu pensamento foi   tomado repentinamente pela reflexão da palavra atenção, sobre ao que nos remete e suas consequências em   nossas vidas.   Como algo que em alguns momento poderia passar desapercebido, nos chama, nos faz enxergar, parar e dedicar tempo, espaço e energia.                 Nem sempre há uma lógica nessa captação das nossas intenções, motivos inúmeros podem desencadear essa força canalizadora, que nos faz concentrar esforços sobre aquilo que nos atenta.                 Uma pessoa, uma imagem, uma tarefa, uma lembrança, um desejo concreto ou abstrato, uma palavra, o amor, são tantas possibilidades que nos perderíamos tentando agrupar, o mundo, ou melhor, a vida é sem dúvidas uma manancial perene ...

Buraco sem saída

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Um buraco, Fundo, negro e úmido Com paredes escorregadias Infestado de um odor fétido Do lado esquerdo uma porta E a placa: para sair aperte o botão vermelho Ao lado do botão Álcool gel 70% Preso? Ricardo Pereira, Recife, 26 de abril de 2012, 23:19

Um convite?

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Não, não é um convite Nem uma intimação Tanto tempo tentando Buscando mesmo sem buscar Querendo mesmo sem razão Mas, não, não é um convite. Sim, pode ser um desejo, Uma vontade natural Com várias dimensões E universos paralelos Mas, não, não é um convite. Uma porta aberta Um caminho livre Uma felicidade sem explicação Sem convite Nem intimação Apenas êxito Eterno enquanto dure. Ricardo Pereira Recife, 26 de abril de 2012, 23:05

O que se vê e o que é visto

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De repente, Nada se via, Havia apenas uma nuvem, Cinza, que não era de poeira Nem de nada. Uma parede etérea Opaca, que a luz rebatia Emergiu no meio, na cegueira Do ver e do objeto que se devera ver, Talvez, sempre tenha estado lá, Crescendo, ganhando massa, Densidade, corpo. De forma invisível, Se estabelecendo. Fruto de percepções erradas, Linguagens inapropriadas, Referências trocadas. Ofuscou, Inibiu, Cegou. Haverá cura? Ricardo Pereira, Recife, 08 de janeiro de 2012, 00:01

Surto de divagações de reciprocidade

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Ponderando reciprocidades, não pensaria sobre, anos atrás, ou melhor, não cogitaria a existência do ato de pensar a respeito e mesmo que pensasse seria inócuo, mas o tempo passa e nada é mais como antes. Graças a Deus! Tudo ganha um novo prisma e conseguimos  perceber novos ângulos, mas o fato é que não sei até que ponto tornamos a vida mais simples ou mais complexa. Pensar ou sentir, razão ou coração, eis a questão? Construir é sempre uma tarefa que requer: planejamento, trabalho, material, criatividade e vontade. Não é fácil, também não é difícil, sinto mais como um ponto de equilíbrio entre os extremos. Where is the life that i need most? Mas principalmente tem de existir vontade, do contrário acho improvável que algo realmente funcione, ela vai te trazer tudo que seja necessário para tocar a obra, para concretizar o sonho que nem sempre será como no principio, já que nesse processo tudo sofre uma metamorfose constante, não sendo como uma construção concreta, pois vida não é....

Divagação Contemporânea

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Pensando sobre crer, pensado sobre os porquês de tantos momentos doloridos da vida, sobre tudo que nos chega como explicação ou resposta de tais porquês, mil e uma coisas passam pela minha cabeça, numa tentativa van de racionalizar ou simplesmente poder sintetizar a vida, seu significado, sentido, continuo sem respostas, ou melhor, continuo sem conclusão.  Respostas, estas existem várias, mas qual seria a mais conveniente, aceitável, razoável. Queremos uma resposta ou uma solução que nos agrade?                 Todos os porquês continuam habitando nosso consciente e nosso inconsciente, nos restando aceitar  e aprender ou negar e sofrer com essa ausência de resposta. Tenho optado por aprender, ao menos, imagino que tenha sido este o caminho que venho escolhendo. Não gosto da idéia de que viemos para sofrer, não me agrada, acho-a injusta e mesmo dentro de toda  a minha ignorância religiosa, penso...