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Mostrando postagens com o rótulo Desconexo

Ânsia

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Uma ânsia por falar, por dizer algo que seja tudo, mesmo sem saber o que é tudo. Há um desejo, latente, recorrente, quase inconveniente, que grita e urge. Não importa! Parar se faz necessário, respirar, pensar, por mais que pareça impossível, e às vezes é. Tentar é necessário, pode ser que evite algo ruim, algo que possa trazer arrependimento, ou que até mesmo, caso o orgulho impossibilite arrependimentos, possa evitar um mau momento. Ricardo Pereira. Recife, 05 de janeiro de 2012, 20:12.

Impulso de Domingo.

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Impulsos professores, sim, eles são impulsos professores, me ensinam tanto que não tenho com chamá-los de uma forma diferente, os tenho seguido como geralmente não faria, costumava dar ouvidos de forma muito esporádica, mas isso tem mudado. Penso que sofro atualmente de uma reversão do todo que era os mesmo princípios, os mesmos padrões morais e éticos, mas como se tivesse encontrado um novo ângulo de visão, que torna toda e qualquer observação diferente. Verdade, os medos não somem as inseguranças não desaparecem, apenas tenho deixado os impulsos fluírem e tenho aproveitado cada viagem proporcionada por esta liberdade do sentir. Graças aos impulsos por hora seguidos um novo panorama de possibilidades se abre, criando uma onda de novidades que me forçam constantemente a um novo aprender, um novo crescer, declaro que não tenho segurança nesse caminho, não consigo perceber nenhuma possível rota de fuga em caso de alguma coisa der errado. Fundamentalmente um juiz relapso de mim que sem...

A Little Bit Drunk

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Eu queria uma música que me fizesse melhor, muito melhor, algo que traduzisse o que sou, quem sou e como sou, de um modo cru e doce, cheio de extremos, de contrastes, como  na vida, algo que me mostrasse o que eu procurei o que encontrei, falasse das minhas desilusões, ilusões e realizações, passasse pelos amores, sabores e dissabores, mas tudo bem, não será possível, uma música apenas não conseguiria traduzir uma vida, uma pessoa. Quem sabe um poema, que mostrasse os dias ruins, os dia bons, as fugas e os encontros, batalhas vencidas e perdidas, tudo de forma lírica, poética, com drama e romance,  e um certo jogo de rimas, meio Bilac por mais que uns achem chato.                 Ouvindo rock, sentindo o torpor do álcool, no meio de todo esse inferno que chamo de vida, posso definir como doce e sublime. Hey  oh! Listen what a say hoooooooooooo! Sem muito sentido, ou com todo sentido, apenas sentir...

Desconexo

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      Quantos eus existem em mim ou quantas partes de mim existem para tornar-me quem sou, um para cada momento ou uma fração para cada situação? Não consigo chegar a um consenso, tudo se resume a uma abstração de minhas próprias percepções acoplada a um desejo de respostas que suponho jamais encontrar.       Dizem que a dor faz crescer que o sofrimento enobrece e que a comodidade estaguina, discordo em partes, por mais que toda minha racionalização diga o contrário. Faz um tempo não sinto medo e tem sido um tempo estranho. Acabo de mentir! Faz um tempo não assumo o medo que sinto. Quando falo dele não estou me referindo a coisas menores, e sim, na minha visão de sua forma maior: no que acontecerá nos meus próximos amanhãs?       Estou tão exausto de ser como sou, infelizmente não consigo ser diferente, adoraria perder metade da minha seriedade, 90% do meu comprometimento, 50% da importância que dou a coisas e...