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Mostrando postagens de Outubro, 2010

Alguma vez já se sentiu assim?

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Burra esperança

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Na realidade eu não desisto Insisto Persisto Teimo Como algo natural Que por vezes até me faz mal
Na realidade eu não desisto E fico pensando porque insisto Mesmo percebendo o perigo persisto Mania ou teimosia Como algo natural Que por vezes me faz mal
Na realidade eu não desisto Mas tenho esperança de aprender quando insisto Para que fique gravado porque persisto Numa memória teimosa Como algo natural Que desfaça todo e qualquer mal.
Na realidade eu não desisto Insisto, persisto, teimo Na esperança que tudo mude E seja simplesmente melhor.
Sério Pereira, Caruaru, 27 de outubro de 2010, 00:19.

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Relizando Sonho

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Não seriamos nós os loucos?

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Apenas por viver e não saber, apenas por continuar tentando chegar, sempre buscando insistindo.

Não seriamos, nós os loucos, perdidos, auto-iludidos? Sim! Penso que sim, sei que sim, somos nós: eu, você, a sua mãe, o seu visinho, menos o cachorro, pois creio que ele não se ilude e os políticos que apenas iludem a todos, melhor. Afinalo que seria de nós sem a loucura do acreditar, no amanhã, no sol, na energia e em tudo mais que alguém consiga inventar, tudo para justificar o próximo segundo a próxima inspiração e respiração. Nosso combustível etéreo e falho que nos propulsiona ao movimento constante ou variado que nem a física quântica consegue, por mais que tente, explicar. Não seriamos, nós os loucos ou apenas eu aqui escrevendo o nexo sem nexo do meu desordenado pensar?
Sérgio Pereira, Caruaru, 07 de outubro de 2009, 22:45

Leve.

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Penso nas desculpas para não ser o que se é, para não se fazer o que se deve, penso, mas talvez não pratique o contrário do comum. Alguns dias, um cansaço, uma virose, só assim, para descansar um pouco de mim mesmo. Deste ponto me vem às questões:
A vida é realmente agitada ou nós a fazemos assim? O tempo é pouco ou minhas prioridades são erradas? Corro tanto, mas sei para onde estou indo?                 Ontem fiz tudo para ter mais tempo para mim, e utilizei esse tempo das formas mais simples que pude imaginar naquele momento. Fiquei com meu sobrinho, vi filme infantil Nanni McPhee (quando vocês precisarem de mim e não me quiserem eu ficarei aqui, quando vocês não precisarem mais de mim e me quiserem, eu irei embora), logo mais a noite, Scooby Doo e sua turma  e antes de dormir Tom e Jerry. Foi leve, divertido, despretensioso, e no fim de tudo isso eu estava tão bem, tão disposto, dormi cedo.
Sérgio Pereira 10/2010