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A topada de Alice.

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                Havia um sol,   brilhante e quente, mas não quente de mais simplesmente aconchegante, verde por todos os lados, flores, sob o céu de um azul sem fim entre mesclas de nuvens de algodão, soprava uma brisa doce que não se distinguia a direção. Sonho, isso, um sonho! No meio de tanta beleza ousava caminhar numa perspectiva de perfeição, ou melhor, de uma maior perfeição, um encontro com algo maior, algo que sublinhasse mesmo que não fosse necessário.                 No caminho coisas aconteciam inesperadamente, como num passe de mágica, necessidades nasciam a partir do que surgia, mesmo que não se quisesse, mesmo sabendo que não se deveria querer, nem esperar, nem imaginar. Impossível, melhor dizer inevitável, as expectativas jorravam sem controle, numa miscelânea delirada completamente mouca a razão, esta que por sua v...