São tantas faltas, que ausência passa ser normal, tal qual, o fato de não ter e não praticar cidadania, de viver como se em guerra estivesse, pensando apenas no próprio umbigo, perdendo completamente a noção de coletivo, de bem comum. Honestidade passa a ser algo para se ressaltar, quando deveria ser natural, comum, parte de tudo, somos roubados e reelegemos quem nos rouba, reclamamos de tudo, mas me questiono: Fazemos a nossa parte? Educação, não apenas soletrar e juntar letras formando palavras, nem decorar a tabuada, mas sim, aprender a pensar, a questionar, a perceber que existem ângulos diferentes para olhar tudo. Temo dizer, mas: tudo está errado! Saídas diversas, mas para todas educação, para pensar ...
Faz um tempo que não apareço por aqui e curiosamente não é por falta de relativizar, pensar, querer, é a ausência do fazer, do executar. Hoje caminhado pela praia de um dia cinza me veio disrupção na cabeça, uma necessidade de quebrar padrões, romper e junto com esse pensamento o sentimento de dificuldade, da dureza que é seguir pelo caminho fora da lógica que nos foi impelida. A normatização da vida que nos é ensinada desde feto, os padrões, a lógica das maiorias que por mais diferentão que você seja ou pense, permeará por caminhos regimentados em algum momento, adotará comportamentos de opressor ou fará mesmo que sem querer coisas que corroboram para a manutenção da harmonia, da ordem, do padrão, do pensamento coletivo cíclico e linear. Não é fácil! O importante é continuar tentando novos caminhos, novas formas, é não travar apenas porque se diz que é assim. Acabamos seguindo fluxos involuntários padronizados e isso se reflete em todos os níveis das nossas relações e interações s...
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